383 anos depois continua a ser lembrado
- Comissão Histórica
- 1 de dez. de 2023
- 2 min de leitura
O dia da Restauração da Independência de Portugal, em 1 de dezembro de 1640, marcou o fim da União Ibérica, que começou em 1580 com a ascensão de Filipe II de Espanha ao trono português. Esta união resultou da crise sucessória, causada pela ausência de sucessores diretos, dada a morte de D.Sebastião, levando à absorção de Portugal pela monarquia espanhola.
Foi na manhã de 1 de dezembro, que alguns fidalgos de cerca de 40 famílias invadiram o Paço da Ribeira, em Lisboa, para derrubar a dinastia espanhola. A vice-rainha, Margarida de Saboia foi aprisionada e Miguel de Vasconcelos, que representava os interesses castelhanos, foi morto a tiro e atirado pela janela. Foi do balcão do Paço que foi proclamada a coroação do Duque de Bragança, futuro D. João IV. Até ao final de 1640 todas as praças, castelos e vilas com alguma importância tinham declarado a sua fidelidade aos revoltosos. A restauração da independência só seria reconhecida pelos espanhóis 27 anos depois, com a assinatura do Tratado de Lisboa.
Esse evento histórico representou a reafirmação da identidade nacional portuguesa e a retomada da independência, trazendo consigo um período de reconstrução e consolidação do poder régio. O dia da Restauração da Independência de Portugal, em 1 de dezembro de 1640, marcou o fim da União Ibérica, que começou em 1580 com a ascensão de Filipe II de Espanha ao trono português. Esta união resultou da crise sucessória, causada pela ausência de sucessores diretos, dada a morte de D.Sebastião, levando à absorção de Portugal pela monarquia espanhola.
Foi na manhã de 1 de dezembro, que alguns fidalgos de cerca de 40 famílias invadiram o Paço da Ribeira, em Lisboa, para derrubar a dinastia espanhola. A vice-rainha, Margarida de Saboia foi aprisionada e Miguel de Vasconcelos, que representava os interesses castelhanos, foi morto a tiro e atirado pela janela. Foi do balcão do Paço que foi proclamada a coroação do Duque de Bragança, futuro D. João IV. Até ao final de 1640 todas as praças, castelos e vilas com alguma importância tinham declarado a sua fidelidade aos revoltosos. A restauração da independência só seria reconhecida pelos espanhóis 27 anos depois, com a assinatura do Tratado de Lisboa.
Esse evento histórico representou a reafirmação da identidade nacional portuguesa e a retomada da independência, trazendo consigo um período de reconstrução e consolidação do poder régio.




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